Fomentar o ensino e a disseminação do conhecimento em Cirurgia Dermatológica é um dos pilares da SBCD. A instituição oferece diversas atividades educativas para aprimorar a qualificação de seus associados, nas modalidades on-line e presenciais. Saiba mais sobre elas!

Atividades on-line

SBCD Digital: Experts do Brasil e do exterior conduzem aulas seguidas de discussões aprofundadas, com foco no treinamento prático e no aprimoramento do cirurgião dermatológico. Encontros gratuitos e exclusivos para associados SBCD, realizados sempre em uma segunda-feira.  As aulas parmanecem gravadas no site para acesso. Saiba mais.

SBCD + SBD Digital: Encontros que trazem uma visão geral sobre assuntos de grande interesse para todos os dermatologistas. As aulas são gratuitas e abertas aos associados da SBCD e da SBD. As aulas permanecem gravadas no site para acesso. Veja a programação.

MENTORIA SBCD: A partir de junho de 2022, a Mentoria SBCD trará sessões interativas ao vivo com grandes experts. A ideia é que todos participem de câmera aberta, com bastante tempo para interação direta e troca de ideias com os alunos. Podem participar associados da SBCD e da SBD.  A adesão poderá ser por módulo. Os alunos que adquirirem os 9 módulos que compõem o programa têm descontos especiais. Veja a programação.

Atividades presenciais

Curso Teórico-Prático de Aperfeiçoamento em Cirurgia Dermatológica, Cosmiatria e Laser

Um curso único no Brasil, com programa formatado por e para dermatologistas.   O curso oferece aulas teóricas e práticas, bem como Painéis de Procedimentos ao Vivo (PPVs) e atividades em vídeo. O programa evolui a cada ano, para acompanhar o desenvolvimento técnico e científico e atender aos novos interesses e demandas que vão surgindo. Veja a programação.

 

Curso de Anatomia Aplicada aos Procedimentos Dermatológicos

Com dois dias de duração, o curso tem um programa especialmente voltado ao conceito em anatomia da face e pescoço. As aulas teóricas e práticas são ministradas por cirurgiões dermatológicos e professores de Anatomia, com transmissão ao vivo, e um dia e meio de dissecções e procedimentos realizados nas peças anatômicas. Veja a programação.

 

Curso de Formação em Cirurgia Micrográfica da SBCD/SBD

Este ano, o curso retornou para o formato 100% presencial, com aulas no Centro de Procedimentos Ambulatoriais (CPA) da SBCD, em São Paulo (SP), divididas em módulos cirúrgicos quinzenais (às quintas e sextas-feiras) e módulos teórico-práticos mensais (aos sábados). Veja a programação. 

 

Ficou interessado?

Confira a programação de cada atividade e agende sua participação!

O transplante capilar é um procedimento cirúrgico realizado no couro cabeludo e outras áreas com pelos, sob anestesia local, em que os cabelos e seus folículos são extraídos de uma área com boa densidade capilar (área doadora) e implantados numa área de menor densidade (área receptora). É realizado por médicos dermatologistas ou cirurgiões plásticos com experiência na área.

Existem duas técnicas de transplante capilar: FUT e FUE. Elas diferem no método de extração das unidades foliculares, pois o método de implantação posterior é semelhante.

- Na técnica FUT (Follicular Unit Transplantation ouTransplante de Unidade Folicular) uma estreita faixa de couro cabeludo é retirada da região posterior do couro cabeludo de onde são extraídas as unidades foliculares.

- Na técnica FUE (Follicular Unit Extraction ou Extração de Unidades Foliculares), as unidades foliculares são extraídas da área doadora uma de cada vez.

As duas técnicas deixam cicatrizes discretas e praticamente imperceptíveis nas áreas doadoras. Na FUT, a cicatriz é única e linear. Na FUE, as cicatrizes são múltiplas e pontuais. Ambas apresentam ótimos resultados e tem suas indicações de acordo com cada paciente.

O transplante capilar pode ser realizado em homens, mulheres e transgêneros de todas as etnias, desde que não haja contraindicações. É geralmente realizado no couro cabeludo, mas pode ser realizado nas áreas das sobrancelhas, barba, bigode, região genital e outras áreas do corpo. É principalmente empregado nos casos de calvície e pode ser realizado em cicatrizes e outras doenças que acarretam perda definitiva dos cabelos ou pelos, desde que essas doenças estejam controladas e sem atividade.

Nos casos de calvície, não existe idade mínima para o transplante capilar, mas o quadro deve estar estável e com tratamento clínico associado (medicações e procedimentos no couro cabeludo), se indicado. O procedimento não substitui o tratamento clínico, mas é complementar a ele. Dessa forma, mesmo após o transplante capilar, os pacientes devem continuar seus tratamentos clínicos para manter a calvície e outras doenças do couro cabeludo sob controle.

 

Texto elaborado com a consultoria do Dr. Lucas Mateus, Dermatologisa,  CRM 162825 e RQE 71798.

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